Revista Due

Arquivos da categoria: Life Style

Prefeitura de Maragogi realiza programação especial em comemoração aos 140 anos de emancipação política

24/04/2015
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Os alunos e colaboradores da Faculdade Pitágoras de Maceió podem doar sangue com mais facilidade nesta sexta-feira (17). Das 9h às 16h, uma unidade itinerante do Hemocentro de Alagoas (Hemoal) estará no estacionamento do Pátio Shopping Maceió para fazer avaliação e a coleta.

A iniciativa tem o objetivo de aumentar o estoque do Hemoal e auxiliar a população atendida pelos hospitais públicos e privados do estado. Além dos integrantes da instituição, visitantes e moradores da parte alta de Maceió também poderão fazer sua doação de sangue.

O estudante Josélio Dantas compareceu à unidade itinerante e destacou a importância de ser doador. “Sempre tem alguém que precisa de doação de sangue em razão de alguma complicação médica e, por isso, ao saber da ação do Hemoal aqui na instituição resolvi fazer minha parte para que, quem sabe, eu possa contribuir com a vida de alguém”.

Para se candidatar, os doadores devem ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50 kg, estar em perfeito estado de saúde e possuir um documento de identificação com foto. Gestantes, portadores do vírus HIV ou pessoas que já foram acometidos por sífilis, chagas e hepatite depois dos 11 anos não poderão doar. Menores de 18 anos, devem estar acompanhados dos pais ou portando uma autorização formal, cujo formulário pode ser baixado no site da Sesau.

A coordenadora de Extensão e Projetos da Faculdade Pitágoras, Maria Brandão, destaca a importância de promover parcerias como essa. “Essa iniciativa representa a responsabilidade e o compromisso da instituição com o social. Vimos na ação do Hemoal a oportunidade de mobilizar nossos estudantes à contribuírem com o abastecimento dos bancos de sangue e estamos aqui, também, para incentivar a participação de toda a comunidade”, destaca.

 

Dia de Doar é celebrado nesta terça-feira

02/12/2014
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Por Raíssa França

Passou o Black Friday e a maioria das pessoas aproveitou o dia para comprar. Comprar eletrodomésticos, celulares, roupas ou tenha até economizado um bom dinheiro para investir em algo grande. Comprar era o grande objetivo, mas agora que passou esse vendaval de consumo, que tal olhar para as pessoas e doar algo?

Para celebrar a cultura da doação e da generosidade, vários países, organizações e empresas ao redor do mundo celebram neste dia 2 de dezembro a #GivingTuesday. A proposta é ser uma onda de solidariedade.

A #GivingTuesday é resultado de uma parceria entre a Organização das Nações Unidas e a ONG americana 92Y. Hoje, mais de 10 mil grupos organizados já fazem parte do movimento. Aqui no Brasil, o principal articulador é o Instituto Doar.

Como participar?

Se a ajuda for financeira ajuda bastante já que todo dinheiro vai para muitas ONGs e grupos a botarem coisas bacanas em prática. Mas você pode doar algo mais simples e que com certeza, vai ser importante. Doar tempo, conhecimento ou atenção pode fazer diferença na vida de alguém. Doar sangue para ajudar o desconhecido, doar livros e até mesmo os ouvidos para ouvir o que o outro precisa dizer.

O importante é fazer de coração, acreditando que fazendo o pouco e doando algo, vai ajudar muita gente e transformar o dia em uma onda de solidariedade. Use as hashtags #DiaDeDoar e #GivingTuesday? Quanto mais gente entrar nessa corrente, melhor pra todo mundo!

Dicas

  • Procure os locais que precisam de ajuda na sua cidade.
  • Seja voluntário
  • Doe roupas usadas
  • Doe sangue
  • Doe livros usados para crianças
  • Pratique o desapego!

Health insurance or love concept

 

Construído ou na planta: confira dicas de como comprar seu imóvel

08/10/2014
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Construído ou na planta: confira dicas de como comprar seu imóvel Quando se pensa em comprar um imóvel, logo surge a dúvida clássica: construído ou na planta? Ambas as opções possuem prós e contras, mas a resposta vai depender das necessidades de cada cliente.

Dentre os itens que podem ser definidores em uma transação, estão o preço e as opções de financiamento, além da finalidade da compra, que pode ser realizada tanto para a moradia imediata do indivíduo quanto para um investimento futuro.

No caso de imóveis na planta, o tempo de entrega do empreendimento também é um ponto a ser observado. Essa é a opção mais solicitada por quem tem ou precisa de tempo para se planejar financeiramente, como é o caso de jovens que ainda moram com os pais ou mesmo casais de noivos.  Muito importante ver a credibilidade no cumprimento do prazo de entrega da incorporadora que esteja ofertando o empreendimento.

“Os imóveis na planta são um ótimo investimento, oferecem rentabilidade muito superior a qualquer aplicação bancária. É possível comprá-los por uma entrada bem menor que a dos usados, pois o cliente tem o prazo de construção para pagar toda  a entrada e ainda obter uma rentabilidade em torno de 30%, já que o apartamento sofre valorização durante os dois ou três anos de construção”, opina o gerente de incorporação da construtora Moura Dubeux, Daniel Andrade Botelho.

Por outro lado, o Daniel Botelho destaca que, se os recursos para a compra ou para uma boa entrada já estão em mãos e a necessidade de ocupação é imediata, não há melhor opção do que a compra de uma unidade já construída. Nestes casos o cliente pode obter bons desconto junto as incorporadoras.
“Nesse caso, também há a vantagem de sentir o espaço pronto, as áreas comuns equipadas ou não, as vagas de garagem. Como isso não é possível com o imóvel na planta, é preciso conhecer o histórico da construtora que está realizando o seu sonho, pois além de atrasos na entrega das chaves, até itens básicos como esses podem não sair como no papel”, alerta.
Confira dicas gerais para a compra do seu imóvel nas duas situações:
– Conheça o histórico da construtora;
– Para a compra de usados, confira as pendências de condomínio, IPTU etc;
– Verifique em cartório se o que está sendo prometido é o que está sendo vendido, no caso de apartamentos na planta;
– Durante a construção, atenção para as parcelas que serão pagas a construtora, elas sofrem reajuste pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC);
– Enquanto espera as chaves, organize-se para os gastos com imposto de transmissão e registro e curta a sua casa própria!

 

PATROCINADO PELA FAT, ATLETA DE MACEIÓ SAGRA-SE COMO MELHOR LUTADOR DE JIU JITSU

15/07/2014
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A Faculdade de Tecnologia de Alagoas esteve em evidência no cenário esportivo no último mês na disputa do Campeonato Brasileiro de Jiu Jitsu, em Garanhuns – Pernambuco. O acadêmico de Engenharia Civil da instituição, Wilson Bruno da Silva, conseguiu resultados de destaque e subiu no lugar mais alto do pódio.

Sobre sua vitória, Wilson se diz contente por ter alcançado seu objetivo e por ter levado o nome da FAT em um evento desse porte. “O resultado é fruto de horas de treinamento diário, foi sem dúvida uma grande conquista”, contou.    Ele ainda agradeceu ao apoio, que é de grande importância na sua carreira esportiva, mas acima de tudo, agradeceu pela confiança e incentivo recebidos. “Essa viagem não seria possível sem ajuda, agradeço ao apoio da FAT, que vem me patrocinando e tornando realidade o sonho de um
acadêmico”.

De acordo com a diretora executiva, Profª Fátima Lippo, a FAT entende que apoiar o esporte é uma ação fundamental para o desenvolvimento de seus alunos e parabeniza o atleta por essa importante conquista.

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USO INDEVIDO DA TECNOLOGIA PODE PREJUDICAR CRIANÇAS E ADOLESCENTES

02/06/2014
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criancaTodos os dias, após voltar do colégio, João respeitava a rotina de sentar ao computador, acessar sua conta no Orkut e entrar no MSN. Ficava por horas conversando com seus amigos e iniciando novas amizades, esquecendo de estudar, comer e, às vezes, até de dormir. Os verbos conjugados no pretérito e as redes sociais citadas afirmam que este fato não acontece em tempo atual. Aos 22 anos, hoje João Oliveira tem graduação superior, atua no mercado de trabalho e utiliza seus perfis com mais moderação.

A cena relata um cotidiano que se repetiu por cerca de cinco anos, de 2007 a 2011, no universo paralelo em que João dedicava boa parte do seu tempo. Ele tinha um fake – perfil em que fotos de celebridades ou de anônimos populares mascaram a real identidade e socializam com outras pessoas com perfis semelhantes – e lá, contatava diariamente os desconhecidos que se tornavam, então, parte da sua vida. Em sua conta pessoal, participava ativamente de comunidades em homenagem a artistas, onde também criou laços de amizade. “Nesse período, conheci diversas pessoas em todo Brasil. Alguns mantenho contato até hoje. Sempre que viajo para algum estado, tenho um ou outro conhecido que marco para nos encontrarmos”, conta.

Criar amizades virtuais (relacionamentos apenas via internet) é um ato mais comum do que se imagina. Uma pesquisa da MTV Networks apontou que os brasileiros entre 14 e 24 anos têm, em média, 46 amigos nessa condição. A grande questão é a procedência desses desconhecidos.

“As pessoas que levo comigo resistiram ao tempo e às dúvidas. Claro que me pegava pensando quem e como eram elas por trás da tela, e já esbarrei com casos em que eram realmente uma farsa: na hora de revelar a identidade, mentiam. Hoje consigo reconhecer com facilidade alguém mal intencionado nos sites de relacionamento com poucos momentos de conversa e observação. Por isso não tenho medo de marcar um encontro com aqueles que acompanho há anos”, diz João, que namora a distância uma dessas pessoas que conheceu pelo Orkut.

Embora cauteloso, a atitude dele não é segura. Psicólogo do Hapvida Saúde, Charlles Albuquerque, aponta que redes sociais são ambientes para se relacionar com pessoas conhecidas. “Nem sempre o que está ali é real. As pessoas podem se passar por outras completamente diferentes e são bem convincentes”, conta o profissional, que orienta um policiamento dos pais aos mais jovens. “Invadir a privacidade deles não é a melhor abordagem, mas uma vigilância discreta do que ele faz e com quem conversa não faz mal. Ter uma relação aberta e saber conversar com o filho ajuda muito”, diz.

Segundo Charlles, quanto mais puder retardar o acesso às tecnologias, melhor. “Tem idade para tudo. Hoje o que vemos é crianças cada vez mais novas, com 7, 8 anos, já com um smartphone ou um tablet. É bacana que essas ferramentas sejam funcionais, como ajudar nas pesquisas escolares. No máximo manter contato com parentes, desde que restrito”, explica o psicólogo.

Para os adultos, também tem recomendação. Utilizar do bom senso e da discrição é essencial, afinal, evitar a exposição da família e preservar a intimidade é sempre saudável.

“Escolher bem quais conteúdos compartilhar na rede social faz com que você não abra espaço para que desconhecidos informem-se mais sobre você e sua família. Não poste localização nem fotos de crianças sem roupa, mesmo que ingenuamente. Você nunca sabe quem será o receptor da mensagem”, conta.

Isso é real?

Uma observação feita pelo psicólogo durante consultas é a comum confusão entre o real e a fantasia, casos que chegam a atrapalhar a sociabilidade das crianças e adolescentes. O fato de não conseguirem discernir a proposta de determinados jogos interfere no comportamento desses jovens, que transportam a violência aplicada no game para o dia a dia.

“Eles não conseguem diferenciar, se desligar do virtual. Já recebi mães se queixando do filho apresentar reações violentas, como vontade de matar as pessoas, por causa de um jogo em que era viciado”, revela o profissional do Hapvida Saúde. A orientação de Charlles é determinar a frequência e a intensidade do acesso, e conversar com eles para que esses horários sejam respeitados. “Tanto o excesso quanto a carência são prejudiciais. A dosagem é o equilíbrio perfeito”, finaliza ele.

 Postado por Raíssa França

 

Você pertence à Sociedade B?

24/07/2013
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Sabe aquela sensação de ser improdutivo? Com sono e preguiça o dia inteiro? Com problemas para chegar ao trabalho no horário por estar sempre atrasado?  Só conseguir dormir de madrugada?  Se algumas das características questionadas acima fizer parte do seu cotidiano talvez você pertença à ‘Sociedade B’. Mas o que seria isso?

A propagação da ‘Sociedade B’ foi realizada pelo instituto B-Samfundet, com sede na Dinamarca e onde os estudos sobre o tema começaram em 2006. A proposta também já também foi introduzida na Noruega, Finlândia e Grã-Bretanha.

O B-Samfundet faz estudos sobre o comportamento produtivo. As pesquisas são de cunho científico onde foram constatados que cada indivíduo tem seu próprio ritmo biológico como uma espécie de “relógio interno” geneticamente determinado.

Segundo as pesquisas, uma “pessoa B” possui um ritmo interno de 25 a 27 horas, enquanto uma “pessoa A” tem um ciclo de 23 horas. As “pessoas B” são mais produtivas no final do dia e têm dificuldades de acordarem de manhã cedo, que é quando as “pessoas A” são mais ativas.

O propósito dos estudos e do movimento é provar que nem todos podem ser enquadrados no modelo comercial de trabalho, ou seja, é um movimento contra a tirania do despertador. Ao mesmo tempo o debate se encaixa na criação de uma sociedade com horários mais flexíveis e maior equilíbrio entre trabalho e lazer. Com isso, geraria uma melhor qualidade de vida.

A solução para quem é ‘B’

Erika Augustinsson, vice-presidente do B-Samfundet, afirmou em uma entrevista para a BBC Brasil, que o objetivo da instituição é acabar com as rígidas disciplinas de horário na sociedade industrial em que todos chegam ao mesmo tempo e saem na mesma hora.

Os países que tiveram a iniciativa já estão solucionando o problema propondo horários diferenciados de trabalho e escolas com período noturno para atender a demanda da ‘Sociedade B’. Entretanto, isso só é possível na Europa. No Brasil ainda teremos que driblar o relógio biológico e sobreviver.

Por Manuela Félix