Os filhos mudam e nós também

Parece pouco, mas um mês na vida de um bebê é muita coisa. Eles mudam demais! Fisicamente nem se fala. E aí, você, que até pouco tempo tinha um RN em casa, agora tem um bebê falante, curioso, cheio de gostos e personalidade. Até pouco tempo, sua maior preocupação era em proteger a “moleira” do seu bebê. Agora, cada cabeçada nas tentativas de engatinhar/andar fazem o coração parar de bater alguns segundos. E aquela fase que você bufava de raiva quando alguém pegava no seu neném sem higienizar as mãos e braços (sim, os braços também!) direito? Deram lugar as ocasionais lambidas de chão enquanto parava para descansar depois de engatinhar a casa toda. Lembra quando ele ficava tão paradinho e quietinho no berço que você até ia olhar se ele tava respirando? Pois é, agora você talvez se preocupe com coisas totalmente diferentes, tipo, “quando é que vai nascer esse dente?” e “como que eu faço essa criança comer pelo amor de Deus?”.

Viver cada fase da minha recém-maternidade me fez perceber como o tempo passa rápido. Como mudamos rápido também e nem notamos. Cada fase que eles passam, temos que nos adaptar e quando aquilo tudo passa, nos readaptamos. Tem os dias de glória em que dormimos mais, nos cansamos menos, nos preocupamos (um pouco) menos. Mas tem os dias de luta (lê-se: vacina, salto de desenvolvimento, dente nascendo, introdução alimentar) que a gente mata um leão por dia. E depois disso, ficamos mais fortes e mais experientes como mãe, mesmo sem se dar conta.

Assim seguimos: evoluindo e ajudando os filhotes a crescerem bem.

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